Os critérios tradicionais previstos na legislação brasileira não produzem informações e dados de confiabilidade, em face dos efeitos inflacionários. Dessa forma, é requerido que a Contabilidade possa gerar Demonstrações Contábeis para fins gerenciais baseadas numa moeda forte e a valor presente, de credibilidade, como seriam as demonstrações com correção integral.
No caso de empresas estrangeiras, ou seja, subsidiárias com matriz ou controladora no exterior e operado no Brasil, temos a alternativa do uso de Demonstrações Contábeis mensais elaboradas em moeda forte, como o dólar e o Euro, produzindo informações mais adequadas. Lembramos, todavia, que nos períodos mais elevados de inflação, como os vividos no Brasil, na década de 80, os critérios de conversão oriundos de regras vindas de tais países ou das matrizes produzem distorções indevidas nos valores, mesmo em moeda forte. Há que se evoluir por conceitos mais avançados para apuração de valores realmente confiáveis e úteis à administração local e aos acionistas no exterior. Esse é, portanto, mais um fator relevante quer se deve ser analisado e muito bem estudado na definição das diretrizes contábeis da empresa e em plano de contas.
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