sexta-feira, 25 de abril de 2014

CÓDIGO DE DEFESA E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR (SEÇÃO II)

ART 14 - O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação  dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequados sobre a sua fruição de riscos.
PARÁGRAFO 1º - O serviço é defeituoso, quando não fornece a segurança que o consumidor dele pode esperar, levando-se em consideração as circunstâncias relevantes, entre as quais:
I - O modo de seu fornecimento;
II - O resultado e os riscos que razoavelmente dele se esperam;
III - A época em que foi  fornecido.
PARÁGRAFO 2º - O serviço não é considerado defeituoso pela adoção de novas técnicas.
PARÁGRAFO 3º - O fornecedor de serviços, só não será responsabilizados, quando provar:
I - Que, tendo prestado o serviço, o defeito inexiste;
II - A culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro.
PARÁGRAFO 4º - A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais, será apurada mediante verificação de culpa.

CÓDIGO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR (SEÇÃO VI)

DOS BANCOS DE DADOS E CADASTRO DOS CONSUMIDORES

ART. 43 - O consumidor, sem prejuízo do disposto, no art. 86, terá acesso às informações existentes em cadastros, fichas, registros e dados pessoais e de consumo arquivados sobre ele, bem como sobre as  suas respectivas fontes.
PARÁGRAFO 1º - Os cadastros e dados de consumidores devem ser objetivos claros, verdadeiros e em linguagem de fácil compreensão, não podendo conter informações negativas referentes a período superior a cinco anos.

PAÍS DE CHUTEIRAS

Um país que se prepara e está gastando bilhões de dólares em estádios e infraestrutura deficientes ou inexistentes; a saúde, habitação, transporte, educação e segurança pública estão relegados a uma grande piada de mau gosto para a população brasileira.
Não temos o básico e convivemos com uma crescente inflação e juros chegando na ordem de 12%, não há como não perceber que os salários e receitas, estão se corroendo à medida que os políticos estão enchendo os bolsos, as cuecas e contas em paraísos fiscais.
Precisamos ver que Presidente, Governador, Prefeito, Senadores, Deputados e Vereadores, são nossos empregados e não o inverso. Vamos parar de trata-los como autoridades, mas como servidores do povo e como tal, estão a serviço do povo brasileiro.
O país está parando e patinando em burocracia, corrupção, incompetência e falta de amor próprio, se não fizermos uma revolução muito profunda nos três poderes, o Brasil explodirá em hiper-inflação e total desigualdade social; população pobre x elite.
Não sou contra a Copa do Mundo, mas sou contra os governantes que estão usando os eventos como verdadeiros balcões de negócios.
Acorda Brasil!!!!!!!!!!!

FALECIMENTO DOS USOFRUTÁRIOS

Quando os usufrutários morrem, os dois  no caso seu pai e sua mãe, está extinto por lei o usufruto e portanto basta levar ao cartório a averbação na matrícula do imóvel e assim fica extinto o gravame que impede a venda, pois os irmãos que receberem a casa em doação só podem vende-la com assinatura dos usufrutários e vice-versa.
Por isso, quando eles falecem deve-se averbar a certidão de óbito.

ESPÓLIO DE BENS PARA IRPF

Se o espólio estiver desobrigado de apresentar a declaração de rendimentos inicial ou intermediária, os bens e direitos do espólio podem, opcionalmente, ser relacionados na declaração do cônjuge sobrevivente.
Relativamente à declaração final, tal opção não é possível, sendo os bens e direitos, obrigatoriamente nela informados.

(INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 81 DE 11 DE OUTUBRO DE 2001, ART: 7ª)

terça-feira, 8 de abril de 2014

RELAÇÃO AOS NÍVEIS DE PRODUÇÃO

Custo fixo são aqueles cujo valores são os mesmos qualquer que seja o volume de produção da empresa. É o caso, por exemplo, o aluguel da Fábrica, Imposto Predial, depreciação dos Equipamentos (pelo modelo limiar). salários de vigias e porteiros da mesma, prêmios de seguros e etc.
Custos variáveis, são aqueles cujo valores em função do volume de produção da empresa, como matéria-prima consumida. Se não houver quantidade produzida, o custo variável será nula.
Os custos variáveis aumentam à medida que aumenta a produção. Exemplos: Materiais indiretos consumidos, depreciação dos equipamentos quando esta for feita em função das horas máquinas trabalhadas, gastos com horas-extras na produção.
Custos semivariáveis, são custos que variam com o nível de produção que, entretanto  tem uma parcela fixa, mesmo que nada seja produzido. É o caso, por exemplo, da conta de energia elétrica da fábrica, na qual a concessionária cobra uma taxa mínima mesmo que nada seja gasto no período, embora o valor total da conta dependa de quilowatts consumidos e, portanto, do volume da produção da empresa. Outros exemplos: Aluguel de uma copiadora, no qual se cobra uma parcela fixa mesmo quando nenhuma cópia seja tirada, gasto com combustível para aquecimento de uma caldeira, que varia de acordo com o nível de atividade. mas que existirá, mesmo que seja num valor mínimo, quando nada se produza, já que a caldeira não pode esfriar.
Custos semifixos ou Custos por degraus são custos que são fixos numa determinada faixa de produção, mas que variam se há uma mudança desta faixa. Considere, por exemplo a necessidade de supervisores de produção da Cia. HSBC. O custo dos supervisores será de R$ 240.000,00, fixo na faixa de produção de 20.001 a 40.000 unidades. Se entretanto a produção aumentar para 50.000 unidades, o custo pula para outro degrau (R$360.000,00).

ORGANOGRAMA EM BARRAS

  • O organograma em barras é o melhor para ser usado com papel pautado, esquadro e de fácil elaboração.
  • As colunas em forma de retângulos começam todos do lado esquerdo e vão progredindo para o direito.
  • Quanto maior é o escalão (cargo), mais comprido é o retângulo e os mais curtos são os subordinados aos maiores imediatamente acima.
  • Dizemos que o Organograma em Barras, também é muito limitado, como o de Setores, sendo apenas para uso provisório, não recomendado sua utilização pela empresa para um levantamento de grande precisão, apenas para um esboço do Organograma Clássico ou em Afnor.
  • A diferença que encontramos entre o de Setores e o de Barras, é que o primeiro é para uso externo, enquanto o segundo é para interno.

ORGANOGRAMA EM SETORES

  • O organograma em setores é elaborado em forma de círculos que tem o mesmo centro, representando os mais variáveis níveis hierárquicos, de foma composta e estética.
  • A autoridade máxima está sempre localizada no centro, a hierarquia diminui à proporção que o órgão se aproxima da periferia, permitindo-se representar de forma composta a estrutura de uma instituição, impressionando principalmente os leigos que procuram conhecer uma instituição, sendo uma peça mais promocional do que técnica.
  • Concluo, advertindo que se trata de um gráfico estético, muito agradável à vista, mas não sendo aconselhável seu emprego em trabalhos técnicos de envergadura, é aceitável quando o objetivo é representar a instituição para um público não especializado.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

PARTIDA

Hoje descanso em lágrimas mesmo lhe tendo por perto, transbordando as emoções que vos tentava esconder.
Agora elas estão à mostra, como frutos, circundando por pequenas faltas.
E se elas caírem;
Estarei aqui.
Expondo toda a paciência que um dia perdi.
Dispondo todo o amor que a ti, distingui.
Não se preocupe com a escuridão, pois se os corvos lhe perseguirem, a protegerei.
Como sempre o fiz; como sempre quis. 
Ligarei as luzes para que fique em paz, te acalantarei para que não sintas dor.
Não durma, estou aqui, não durma!
Esqueça o tempo, ele terá que parar.
E se o relógio insistir em mostrar-me horas, o quebrarei. 
O farei em pedaços...
Talvez não fique  tão quão meu coração, mas esses pedaços poderás levar, pois não terá valia sem você.
Preciso que abra os olhos, que tenhais força, pois não tenho; 
Preciso que respire...
Não feche os olhos, não me deixe...
Aperte-me, aperte-me.
Eu a amo, nós lhe amamos...
Acorde, pois não posso ir com você.
Acorde, nosso fruto precisa de alimento.
E eu, que nos alimente sorrindo...
Acorde, acorde...

(RECANTO DAS LETRAS / SÁVIO SOARES)

ACENTUAÇÃO GRÁFICA (PORTUGUÊS)

1) Acentua-se as oxítonas:

a) Terminadas em a (s), o (os), em (ens): sofá, ananás, comprá-lo, pajé, vocês, vendê-la, porém, parabéns, pá, fé, chás, dó, pó, e etc.
b) Incluem-se nestas regras as formas verbais com pronomes: lo, dá-las, dá-lhe, fá-los-ás.
c) Não se acentuam as oxítonas monossilábicas com as terminações em ou ens: bem, quem, cem, treis e etc. 

2) Terminadas em ditongos abertos éi (s), éu (s) e ói (s): anéis, hotéis, fiéis, papéis, chapéu (s), ilhéu (s), véu (s), corrói, herá (s), renói, sóis e etc.

FRASES CORRETAS E INCORRETAS

A língua dispõe de vários de vários mecanismos linguísticos que permitem a redação de uma mensagem de formas diferentes. Ao utilizar esses recursos e dando  nova redação às mensagens, você estará fazendo uso de uma paráfrase.
Parafrasear consiste em transcrever, com novas palavras, as idéias centrais de um texto. Você vai reescreve-lo, mas as idéias irão ser mantidas. Não se deve extrapolar, reduzir e nem contradizer.  

NÍVEIS DA FALA ( PORTUGUÊS )

Nível da formal ou adioquial: as circunstâncias exigem do emissor, postura concentrada, adequada a um grupo sofisticado  de falantes. Tende ao uso  da norma culta (também chamada de padrão, ou erudita), que se estuda nas gramáticas normativas.
Exemplo: Por favor, entenda que seria importante para nós a sua presença.

Nível informal ou coloquial: o ambiente permite ao emissor, uma postura mais a vontade, sem preocupações gramaticais.
Exemplo: Vem que a tua presença é importante.
Na informalidade, a língua é usada na forma de cada região, profissão, esporte, gíria, internet ...

Nível Vulgar: normalmente envolve uso de calão ou gíria.

Nível Baixo Calão: é o das gírias pesadas e dos palavrões.
Exemplo: Naquele cafofo só vai ter piranhas e Zé-manés, porra. 

PARTICÍPIO DO VERBO TECER

O verbo tecer, significa tecido, portanto está falando de "tecido de frases, orações, períodos, parágrafos... Uma tessitura" de idéias, argumentos, de fatos, de relatos...

Intelecção: significa entendimento, compreensão. Os testes de intelecção exigem do candidato uma postura muito voltada para o que realmente está escrito.


Interpretação: significa dedução, inferência, conclusão, ilação. As questões  de interpretação, não querem saber o que está escrito, mas o que se pode inferir, ou concluir, ou deduzir o que está escrita.


Crônica: Texto dissertativo, comentando fato ou situação do momento.


Parábola: história em prosa ou verso para transmitir ensinamento.


Fábula:  parábola curta que apresenta animais como personagens.


Apólogo: narrativa didática,  em prose e verso, em que se animam e dialogam seres inanimados.


Lenda: História  com base  em informações imaginárias.


Anedota: história curta imaginada ou picante. 


Paródia: reescritura cômica de um texto.


Paráfrase: texto sinônimo de sentido semelhante a outro.


Canto: história curta com poucos personagens em torno de um núcleo de ação.


Romance: História longa r complexa em que os personagens atuam em torno de vários  núcleos de ação. As chamadas novelas de televisão literalmente são romances porque revelam vários núcleos  temáticos, revezando também como protagonistas grupos diferentes de personagens.


Epígrafe:  inscrição que antecede texto no (pontifício de um livro, no início de um capítulo, de um poema, de uma crônica, etc... ).