sexta-feira, 1 de novembro de 2013
ADMINISTRAÇÃO - ORGANIZAÇÃO E MÉTODOS / TÉCNICAS
Técnicas
Todo gráfico exige normas especiais para sua perfeita elaboração; os organogramas também estão baseados em uma técnica que a seguir tentaremos resumir, objetivando orientar e evitar as naturais confusões que decorrem de trabalhos técnicos deficientes.
São a seguintes, em resumo, as principais recomendações para os organogramas clássicos:
1) Manter a maior simplicidade;
2) Os órgãos de linha devem ficar ligados a linhas verticais e os de apoio a linhas horizontais;
3) Evitar cruzamento de linhas;
4) Evitar as linhas diagonais;
5) Indicar a subordinação nas linhas horizontais;
6) Os órgãos auxiliares devem ficar justapostos;
7) Os diversos tipos de autoridade devem ser representados por linhas diferentes;
8) No primeiro nível, devem ficar os órgãos deliberativos;
9) No segundo nível, devem ficar os órgãos executivos;
10) No terceiro nível, devem ficar os órgãos técnicos e subsidiários;
11) No quarto nível, devem ficar os órgãos operacionais e os de trabalho;
12) Deve ser elaborado um quadro de convenções;
MANTER A MAIOR SIMPLICIDADE
Num gráfico de organização só deve existir o extremamente necessário; todas as linhas e convenções devem ser funcionais; as preocupações de estética não devem introduzir o desnecessário, nem levar a complexidade, pois os gráficos devem ser inteligíveis por si.
Deve ser compacto, sem ser obscuro ou confuso. Quando o diagrama exige muitas explicações e convenções devem ser desdobradas o gráfico, para não prejudicar a simplicidade e imprescindível visão global.
É necessário cuidado e atenção para evitar que os desenhistas introduzam novas linhas, com objetivos estéticos, prejudicando a percepção.
TIPOS:
Existem seis tipos de organogramas mais usados, que possuem características próprias que devem ser empregadas considerando os objetivos da instituição, principalmente os seus desígnios, isto é, o propósito mais remoto que muitas vezes é revelado oficialmente.
Eles são: O Clássico, Em setores, Em Barras, O Radial, O Afnor e O Matricial.
ORGANOGRAMA CLÁSSICO
É o mais conhecido e eficiente de todos os tipos de organogramas, representa os órgãos em retângulos e as subordinações em linhas que representam dar forma aos diversos tipos de autoridade. Seus níveis hierárquicos devem ter posições equivalentes (de igual valor).
O organograma clássico, assim chamado por ser o mais antigo e conhecido, permite representar grande universo de órgãos nas mais variadas situações, pela possibilidade de entendê-lo por meio do prolongamento de linhas, proporcionando um fácil manejo e permitindo representar e dar forma as estrelinhas complexas das grandes instituições e o mais completo, flexível; oferecendo condições técnicas para a realização de trabalhos de envergadura.
“Robert Salet e Charles Voraz, afirmam, que o organograma (representa a estrutura hierárquica) e esclarecem que o mesmo é formado por divisões ligadas por linhas verticais e horizontais, que os contatos, definindo a principal característica do organograma clássico que é estabelecimento da hierarquia, através de níveis configurados por ângulos retos que são verdadeiros degraus”.
A validade de um organograma depende muito de sua capacidade de representar a realidade da instituição que pretende retratar, como também a maior proporção de validade é encontrada no organograma clássico. Todavia, um organograma é sempre o retrato de uma situação ideal ou de uma estrutura em determinado momento da história.
Sua validade, pois, nunca é total, devendo ser, portanto, entendido como uma ferramenta de proporção que tenta representar uma instituição, sujeita a dinâmica da indicação conjuntural.
A credibilidade de um organograma varia muito em relação à realidade da empresa a qual ele pretende nos mostrar.
O organograma, nunca tem sua credibilidade total, preferimos dizer que este é uma ferramenta de proporção que tenta representar uma instituição, sujeita à evolução dos tempos.
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