terça-feira, 8 de abril de 2014

RELAÇÃO AOS NÍVEIS DE PRODUÇÃO

Custo fixo são aqueles cujo valores são os mesmos qualquer que seja o volume de produção da empresa. É o caso, por exemplo, o aluguel da Fábrica, Imposto Predial, depreciação dos Equipamentos (pelo modelo limiar). salários de vigias e porteiros da mesma, prêmios de seguros e etc.
Custos variáveis, são aqueles cujo valores em função do volume de produção da empresa, como matéria-prima consumida. Se não houver quantidade produzida, o custo variável será nula.
Os custos variáveis aumentam à medida que aumenta a produção. Exemplos: Materiais indiretos consumidos, depreciação dos equipamentos quando esta for feita em função das horas máquinas trabalhadas, gastos com horas-extras na produção.
Custos semivariáveis, são custos que variam com o nível de produção que, entretanto  tem uma parcela fixa, mesmo que nada seja produzido. É o caso, por exemplo, da conta de energia elétrica da fábrica, na qual a concessionária cobra uma taxa mínima mesmo que nada seja gasto no período, embora o valor total da conta dependa de quilowatts consumidos e, portanto, do volume da produção da empresa. Outros exemplos: Aluguel de uma copiadora, no qual se cobra uma parcela fixa mesmo quando nenhuma cópia seja tirada, gasto com combustível para aquecimento de uma caldeira, que varia de acordo com o nível de atividade. mas que existirá, mesmo que seja num valor mínimo, quando nada se produza, já que a caldeira não pode esfriar.
Custos semifixos ou Custos por degraus são custos que são fixos numa determinada faixa de produção, mas que variam se há uma mudança desta faixa. Considere, por exemplo a necessidade de supervisores de produção da Cia. HSBC. O custo dos supervisores será de R$ 240.000,00, fixo na faixa de produção de 20.001 a 40.000 unidades. Se entretanto a produção aumentar para 50.000 unidades, o custo pula para outro degrau (R$360.000,00).

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